Nacionalidade (Ainda MEC)

A crónica diária do MEC no Público é um bálsamo. Faz-me soltar gargalhadas desobedientes. No metropolitano, tenho vontade de partilhar o que leio com os meus -indiferentes, taciturnos- companheiros de carruagem. Mas não dá. Sai o riso, disparado, disparatado, e ninguém me percebe. No Ainda Ontem de hoje que arranca assim:

“‘Há quase cem mil novos portugueses desde que a Lei da Nacionalidade entrou em vigor, no final de 2006.’ Isto fora os novos portugueses que não tiveram voto na matéria: o mais velho tem menos do que quatro anos de idade”
e quase termina assim:
“Temos sido inteligentes nos imigrantes que atraímos – até porque é estranho haver estrangeiros que querem viver num dos países mais pobres, mal pagos e melancólicos da Europa. Não obstante ser dos mais bonitos e menos maldosos.”
“menos maldosos” é muito bom.
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