Não era a mesma coisa… (barco de papel)

Continuo às voltas com o Salone de Milão, à procura de coisas que valham a pena, e sinto-me a navegar num prato de noodles.  Não é fácil, à distância, separar o trigo do joio, nesta blogosfera infinita (nem com a ajuda dos reports de amigos que lá estiveram). Mesmo assim, vão chegando boas notícias. Como as novidades da Cappellini, que foram parar à minha mailbox há séculos, mas que entretanto se perderam. Um bom exemplo é este banco com pose de insecto (chamado Alodia) de Todd Bracher, que chegou como preview, muito antes do Salone arrancar, e que não sei porque é que ainda não tinha postado. Entretanto, já o vi numa data de revistas. E é lindo.

Outra novidade são estes bancos – Tailored Wood-  de uma das minhas duplas do dézaine preferidas, os Raw Edges (os israelitas Yael Mer e Shay Alkalay) que tive o prazer de entrevistar. O original, em autoprodução, é feito em papel, mas este, agora editado pela Cappellini, é de madeira. Não é a mesma coisa, mas é muito bom à mesma.

Ainda bem que existe um senhor chamado Giulio Cappellini que insiste em produzir boas ideias.

(as imagens são da Cappellini, menos esta aqui em baixo que é a versão original do banco dos Raw Edges, o “primeiro amor”. Não s’aguenta.)


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