(O) Livro

José Luís Peixoto está por todo o lado. Na bomba de gasolina, nas paredes de Lisboa, no supermercado, num ecran na Bertrand (e é o segundo filme, explica, solícita, a menina da caixa). O Livro sou eu, diz ele. Como Flaubert e a Bovary. O livro é ele e ele é o livro e já está dentro das nossas cabeças, como um todo-poderoso narrador omnisciente, muito antes de lhe darmos autorização para entrar. Ainda tentei ignorar a coisa, mas contra factos não há argumentos. Parece-me que vou mesmo ter de dar licença. O livro é um polvo de piercing, simpático e tudo, ao qual não podemos escapar. A ver.

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