Fábrica de Sonhos (Triennale)

A Triennale de Milão é dos museus de design mais agradáveis que conheço, e a palavra é mesmo agradável, porque penso em Triennale e penso nos jardins que a rodeiam, nos passarinhos and so on.

Hoje inaugura uma nova exposição, com o sugestivo título Le Fabbriche dei Sogni (As Fábricas de Sonhos), curadoria de Alberto Alessi e design expositivo de Martí Guixé (olha que dois!). Claro que a expectativa é altíssima, afinal a exposição coincide com a 50ª edição do Salone del Mobile e celebra “os homens, as empresas e os projectos” que fizeram o design italiano, do pós-guerra aos nossos dias.

Os projectos de Guixé são sempre gulosos e este não será excepção. O designer catalão pegou na figura do curator e fê-lo cicerone, uma espécie de talking head que acompanha o visitante no percurso, entre a teoria e a poesia. A atmosfera, diz o PR (as in press release, já estamos fartos de ver brincar à política), é inspirada na Alice no País das Maravilhas e n’O Principezinho, o que é sempre um sossego.

Promete, promete, isso e os outros projectos que Guixé vai apresentar: como uma secretária para crianças, para a linha Me too da Magis, e, para a Danese, outra secretária que, pelo nome, dava um jeitão nestas paragens: Chaos Manager. Et voilà.

(a imagem é um desenho de Guixé do inconfundível túnel de design da Triennale)

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