A demora da tartaruga

 

 

Parece que foi há uma eternidade. (E já foi há algum tempo)

Acontece que estavam presas, estas imagens, num telemóvel incapaz de comunicar. Finalmente passei-as para o computador. Partilho-as neste post.

Foi uma tarde de sonho. Como nos sonhos, mesmo. Eu, o G. e o S., a sonhar que nadávamos com as tartarugas. Passavam por cima das nossas cabeças, e quase podiamos fazer-lhes cócegas nas barrigas pré-históricas. Passavam por baixo dos nossos pés e tentávamos tocar-lhes em vão.

São lindas, a nadar indiferentes a tudo. Tartarugas terapêuticas. Com veradeira paz interior.

Ando maluca à procura de (mais um) texto do Miguel Esteves Cardoso sobre andorinhas. E a sua demora. Está aqui, mas está fechado.

Também as tartarugas demoram, mas de outra maneira. São lentas, já se sabe. No mar, no entanto, deslizam. São leves como andorinhas.

E é por isso que nos soube tão bem, aquela tarde, há uma eternidade.

E é por isso que sonhamos com ilhas. Os três.

 

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