Ninhos

Quem visita com frequência o Playtime, sabe da panca que nutro por casas nas árvores. E quem me conhece ou vai conhecendo, sabe ou vai sabendo que, quando dou notícias da esfera doméstica, gosto de dizer que “recolho ao ninho” ou que acabo de “chegar o ninho”.

E nem gosto especialmente de pássaros.

(se esquecermos Hitch, se os virmos livres a cruzar o céu azul)

E depois temos os ninhos. Como este, japonês, silencioso e solitário. Num bosque de um lugar chamado Momofuku Ando Centre (e como estamos sempre a aprender, depois de rir com a sonoridade do nome, googlamos o senhor e ficamos a saber que foi o inventor dos noodles instantâneos). É um convite para nos ligarmos à naureza, dizem os autores (nendo). De um lado, uma casa colectiva, com ninhos para 78 passarinhos, do outro, um ninho solitário, para uma pessoa entrar e espreitar.

Gregário, individual. Penso nos hotéis cápsulas japoneses e em Miso Soup. Instantânea.

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