Gratidão (one and only)

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Se há alguma coisa que levo deste ano é gratidão.

Por isso, quando olhei para estas peças desenhadas pelos talentosos criadores da Fabrica, para a plataforma L’ArcoBaleno, foi nisso que pensei.

Gratidão.

A colecção, com curadoria de Ambra Medda (co fundadora da design miami), chama-se, apropriadamente, One and Only. São 9 objectos imaginados por designers fabulosos que ganham corpo nas mãos de artesãos igualmente fabulosos. São, acertadamente, one-offs.

Feitos de pão, ferro, lã, madeira queimada ou mármore verde da Guatemala são imprevisíveis e belos. Simples e na mouche.

Não sei qual foi a palavra mais googlada do ano, mas de certeza que “Grato” e “Grata”, acompanhados por aqueles emoticons reverenciais, devem ter entrado no top.

Não me interessa nada se está na moda, esta palavra.

Até me irrita um bocadinho. Como aquele “bem haja” que sempre me pareceu uma maneira complicada, artificial, de dizer o que é simples: obrigada.

Mas se me sinto num particular estado de graça devo-o, sim, à gratidão. Pura e simples.

Por todas as coisas boas, a começar pelas mais óbvias. Pelas pedras, pelas flores.

Pelas pessoas.

Cada um de nós é único. E a gratidão espraia-se na certeza de estarmos rodeados de one-offs.

Gratitude (one and only)

If there is something I take from this year, it is gratitude.

That’s why when looking at these pieces designed by the talented creators of Fabrica, for the design platform L’ArcoBaleno, I immediately thought about this word.

Gratitude.

(an attitude with grace)

The collection, curated by Ambra Medda (co founder of design miami), is appropriately called One and Only. 9 objects imagined by fabulous designers which come into life through the hands of equally fabulous craftsmen. They are, pointedly, one-offs.

Made in bread, iron, wool, burn wood and guatemalan marble they are unpredictable and beautiful. Plain and sharp.

I ignore which was the most googled word of the year, but I’m pretty sure that “grateful” was on the top of the list (accompanied by the reverential emoticons).

I couldn’t care less.

The word can be annoying, sometimes.

But if I’m feeling in a particular state of grace, and I owe it, yes, to gratitude. Pure and simple.

For all the good things, starting with the most obvious ones. For all the stones, and the flowers.

For the people.

We are all unique. And gratitude blossoms in the certainty of being surrounded by one-offs.

(nas imagens, Attaches-moi, de Sam Baron, Maybe, de Catarina Carreiras – uma escultura de pão – Natura Morta with Parrot de Giorgia Zanellato, Makeshift Tray de Dean Brown, Under the Carpet de Mariana Fernandes e Ombre, de Ferreol Babin)

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