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O verde vende, é óbvio. Vende que se farta – verde que te quiero verde, vende que te quiero verde, vende que te quiero vende – e basta olhar à nossa volta para perceber de que maneira o faz e como somos todos alegremente levados nessa ilusão cheia de folhinhas e rebentos e cenas renováveis.
Consumimos, consumimos, consumimos, mas porque é verde, redimimo-nos, redimimo-nos, redimimo-nos.
Mas o que faz falta, o que faz falta é animar a malta. E agora a malta ficou até mais fácil de animar, isto se calhar até vai lá com uma saladinha de agrião, uma feijoada de tofu, uma colherzinha de tumérico todo-poderoso. Pode ser que tanta especiaria resulte num tremendo espirro que nos desentorpeça a vista, nunca se sabe.
(ainda que não chegasse aos calcanhares de Joe Colombo, deixei-me levar por essa cozinha aí em cima, no show da Wallpaper. Só faltava mesmo a central de compostagem.)
Ainda em modo delay milanês aqui ficam alguns registos do mundo de hoje.
HERE AND NOW. TOMORROW TOO.

Está visto, os magic mushrooms em modo wood mood.

Na Hermès, granda puff. E uma Hera para nos lembrar dos amores.
A fome e a vontade de comer: glicínias na Villa Necchi.

Ai jesus que lá vou eu

A verdadeira redenção estava na Karimoku.

As perfumadíssimas frésias bem podiam ser uma das provas da existência de deus. Estas estavam a 5 paus.
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