Promenade

Parece que algumas aves migram na Primavera, e eu também não sou de ficar muito tempo parada. A menos que que me dê para alentejar (e dá-me cada vez mais), debaixo de um chaparro, ou de uma tília, daquela tília, se tiver acordado chique.

Daí esta estranheza toda de ter começado este blogue há 12 anos (!), na mesma altura em que comecei a meditar, e alguns meses depois do meu querido S. nascer, e ainda aqui andar.

Graças à vida, que nos ha dado tanto, o Playtime não é o mesmo. Começou assim, ficou assado, as crias cresceram, partiram a casca toda, ou quase toda, e transformaram-se em adolescentes fofinhos insuportáveis amorosos impenetráveis. Os adolescentes daqui a nada estão adultos, e nós ainda aqui andamos, a falar de “design, filhos e outras criaturas”.

Se tudo é movimento. Se tudo é impermanência. Realmente precisamos de passear.

(eu mais que vocês, com toda a probabilidade, cá tenho as minhas razões e não é só por ter largado agora mesmo as canadianas)

E por isso, depois de ler um artigo na revista que levaria para um cabeço Alentejano ou uma ilha no Mediterrâneo, decidi lançar-me num voo, bati as asinhas e lá fui. Chama-se Promenade (perdoem-me a seca todos os que já viram e ouviram e leram) e está aqui. Se gostarem, assinem. Se gostarem mesmo, partilhem.

Ou alinhem, que é passeio.

(obrigada à minha querida Catarina Carreiras, que criou a identidade desta maluquice toda)

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