Nowhere é aqui

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Estivemos lá e o pianista estava a almoçar. Sentado à frente de uma janela, a olhar para o lago, mastigava devagarinho com cara de poker. Já o tínhamos visto de fora, enquanto dávamos a volta à casa de cortiça que Ricardo Jacinto criou como “residência temporária” para o pianista Marino Formenti. 

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A cada colina, sua bina

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Se fosse preciso desenhar uma bicicleta para Lisboa como seria? Uma bicicleta que “favorecesse a mobilidade pessoal” e “tornasse o ciclismo electricamente assistido mais fácil e acessível”?  E que ao mesmo tempo se relacionasse com a topografia – acidentada- e a cultura – peculiar-  desta cidade, Lisboa?

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O bom design é UTIL

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Oyster

Atrás do filodendro há um mini bar sobre rodas que desliza, elegante, para o sítio onde realmente faz falta. Pelo caminho, passa mesmo à frente de um banco excêntrico, mas sobretudo espertíssimo, que se apoia contra a parede revelando a sua mais inesperada face.

Oyster – o banco de freixo maciço  – e Basso – o mini bar que desliza – são apenas dois dos fascinantes objectos que compõem a colecção inaugural da UTIL,

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Souplesse (Guisset X Moustache)

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Por estes dias em Paris, rapa-se frio (e ninguém quer saber se é polar ou não. É frio.) e respira-se design. Estes pratos de cerâmica, fotografados em pose nature morte pareceram-me uma boa maneira de introduzir o tema Maison & Objet.

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Dois mil e dezassete

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Ainda só vamos no sexto dia de dois mil e dezassete e já entrei em incumprimento.  Uma das revoluções de ano novo – meditar todas as manhãs pela fresca – caiu por terra. Valores mais altos se levantaram. O jantar de ontem (bom), o trabalho de hoje (atrasado), a cria mais nova na escola (imperiosa).

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Está na cara

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Ainda bem que não acredito no pai Natal, se não pedia-lhe já este conjunto de pratos de porcelana do Jean Jullien e era uma desgraça. Amorzinhos.

(estão à venda na Case Studyo em edição limitada. Esta é a segunda colaboração de Jullien com estes editores depois desta outra ideia luminosa)

Lãbuzar

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Aquela frase “I’m not a cat person”, eu achava que tinha sido feita para mim. Passei quase quatro décadas da minha vida convencida de que não gostava de gatos. Depois apareceu-me um  gato. Depois comecei a baixar a guarda, sorrateira, sempre alerta. Como um gato. Quando dei por mim, estava a achar-lhes graça.

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