Cecilie, Bang, Bang

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Um amigo pergunta-se se terá chegado a altura de mudar de coluna. Tem uma Marshall toda catita, maneirinha, formosinha, mas não suficientemente potente para se fazer ouvir na cozinha cheia, muito cheia, na festa que deram há uns dias para abençoar o novo palácio.

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Coisas para fazer antes que o Verão acabe (e um bocadinho depois)

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Antigamente os filósofos praticavam o desapego, hoje não é bem assim. Li esta semana um texto bastante inspirado de Tom Hodgkinson, fundador da revista The Idler, em que, a propósito das manifs francesas destes dias, contrapunha o desprezo do presidente Macron pelos “fainéants” – os que não fazem a ponta – ao lifestyle de Sócrates (o grego), e Diógenes que “não faziam muito mais que conversar com as pessoas no mercado”. E não cobravam por isso.

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No Minho sê Minhota (Paredes)

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Levei comigo para Paredes, no meio de latas de atum (com alecrim, não há necessidade de fazer figuras), um livrinho de Stefan Zweig (O Jogador de Xadrez) e as Novelas do Minho, de Camilo Castelo Branco. (S., que apesar de ter transitado para o 4º ano, continua a inventar, quer saber:  “Novelas do Moinho?. Ah ha ha, quem é que anda a ver telenovelas num moinho?” Ninguém, amor, está tudo bem).

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#Alesscuratedlife

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Ontem fomos ali almoçar à Sardenha e quando o Sol se pôs atrás da Serra levantámos arraiais. Às oito já estávamos em casa. Tirei várias fotografias e publiquei uma no Instagram, ciosa de partilhar com o mundo aquele bocadinho de paraíso. Recebi dezassete coraçõezinhos bandeirolas, amorosíssimos todos, e já pude dormir descansada.

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Uma Família de Flâneurs no Walk & Talk

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Não sei o que levaria para uma ilha para além dos meus amores, mas dos Açores volta-se sempre de alma lavada. Tanto azul, tanto verde, e a minha favorita: a pedra vulcânica, negra, granulosa, que tão intensamente e a seu gosto recorta o mar.

Cada fim é sempre um princípio e por isso voltamos na esperança que desta vez seja de vez.

Nunca é.

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EDITORIALISTA X PLAYTIME

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Era uma vez uma menina que só queria escrever. Escrevia, escrevia e mais fome tinha. Como não conseguia parar, resolveu assumir a coisa. Foi assim que nasceu o Editorialista, um estúdio de escrita e edição que o ajuda sempre que precisar de dar uma palavrinha. Descubra mais aqui, seja amiguinho e passe a palavra por aqui, que não somos ponto-come mas temos Insta.

(obrigada Studio Ah-Ha pelas ilustrações do outro mundo)

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