Dois mil e dezassete

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Ainda só vamos no sexto dia de dois mil e dezassete e já entrei em incumprimento.  Uma das revoluções de ano novo – meditar todas as manhãs pela fresca – caiu por terra. Valores mais altos se levantaram. O jantar de ontem (bom), o trabalho de hoje (atrasado), a cria mais nova na escola (imperiosa).

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Uma casa japonesa

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Ultimamente, ando muito Feng Shui. O que no meu caso é mais Feng Chewing. Rumina aqui, mastiga ali, hmmm não me parece, talvez sim, pode ser que não, isto fica aqui, isto vai para ali. Dou voltas e voltas à casa como se fosse uma pastilha elástica. É isso.

Mas está melhor.

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Montanha Russa

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Quem não anda a pé por Lisboa, devia andar. Eu faço-o sempre que posso.  É mesmo assim. Não há paciência para condutores incivilizados e filas intermináveis, dependentes da guilhotina do semáforo de serviço.

Mesmo com as colinas, se calhar até por causa das colinas, andar por Lisboa é um luxo.

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Pombaria

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Todos os dias atravessamos o jardim pela fresca. Às vezes, vamos de mãos dadas. Outras vezes, completamente soltos, cada um para seu lado, e fazemos corridinhas matinais.

Vamos até ao portão, apressadíssimos, na verdade rimos mais do que corremos, e por isso é tão bom.

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Vida Moderna (Jean Jullien)

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Graças à Internet, à Mastercard, e as outras burguesices muito convenientes dos dias de hoje, recebi antes de tempo o novo livro de Jean Jullien. É assim a vida moderna.

O livro é uma delícia. É tão bom, mas tão bom, que quase me arrependo de o ter encomendado. Se tivesse escolhido esperar, teria prolongado o prazer, na espera?  Seria tantrismo livresco?

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Andersoniana

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Mais um para a colecção de Andersoniana. Depois do delicioso Tumblr Wes Anderson Palettes, perdemos-nos com gosto nos micro mundos que a artista catalã Mar Cerdà construiu com amor à volta dos filmes de Anderson.

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#ilovemyjob

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Há dias em que apetece mesmo dizer “I love my job”. Sei que é aquela hashtagzinha que encanita, quando realizamos que as pessoas, para além terem vidas maravilhosas, têm trabalhos impossíveis de bons. Não só não vivem para trabalhar, como trabalham nos sítios mais improváveis e extraordinários. Divertem-se à séria. Viajam pelo mundo. São aqueles sortudos que não precisam de “férias depois das férias”, porque estão em ócio permanente.

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