![]()

Na minha cabeça Chico Buarque era um músico brasileiro que tinha nascido na Holanda por acaso. Não percebia porque é que ele havia de ter nascido logo ali, num país distante e chuvoso e sombrio, se ainda por cima o seu cavalo só falava inglês.
![]()

Na minha cabeça Chico Buarque era um músico brasileiro que tinha nascido na Holanda por acaso. Não percebia porque é que ele havia de ter nascido logo ali, num país distante e chuvoso e sombrio, se ainda por cima o seu cavalo só falava inglês.
![]()

Entramos na gruta de Ali Babá e S. hesita uns segundos antes de descobrir o caminho que leva ao espaço das crianças. É um ninho dentro de um ninho.
Estamos na livraria Fonte de Letras, em Évora, e não sei como é que o meu filho me deixou entrar. Se calhar foi porque não parecia bem uma livraria, ou só uma livraria. Se calhar cheirou-lhe a bolinhos.
![]()

Disse que voltaríamos a seguir ao intervalo, só não sabia que seria um intervalo tão longo.
Cinco meses é muita fruta, uma estação inteira, mas se a iurnata e’nu muorzo, o Inverno é uma dentada e este já passou.
![]()

A sério que queria imenso escrever sobre todas as coisas que acontecem lá fora, os projectos, lançamentos, produtos, comidinhas, acessórios, peças, com dézaine, sem dézaine, coisas orgânicas, mecânicas, humanas, exposições, hotéis, esplanadas, co-works, lojas, espaços e afins, mas não consigo. Ou melhor, consigo – e ainda o faço, de outra forma não estaríamos aqui, eu deste lado, tu desse lado – só que é cada vez mais raro.
![]()

Tenho esta mania das peónias. Não é um fraquinho, é uma queda. É fortíssimo. Também elas têm queda para a queda.
Anda a turistada toda doida com os jacarandás. Os alfacinhas roxos de todo. O Instagram também, roxo de todo, todo roxo, ou lilás, o que quiserem, o que importa é que são são altamente instagramáveis, o raio das árvores.
![]()

Só para não cair assim de pára-quedas no meu próprio blogue, uma tentativa de explicação deste pousio de dois meses:
“E vários chaturanga depois, ela voltou.”
![]()

O ano começou como uma manhã lavada, fresca, fresca, veio chuva, veio vento, veio frio, e ainda não tinha sentido essa grande novidade nas ventas como hoje. Estava uma manhã de glória e o meu filho aponta para o céu e diz olha que bonito. Cinzento em fios prateados de nuvens e uma luz louca e uma luz nossa. E depois dizem que a Internet deu cabo da nossa capacidade de olharmos para as estrelas. Não deu coisa nenhuma. Deu cabo de muita coisa, mas lá olhar para o céu, olhamos. Mesmo que seja só para tirarmos fotografias. E fazermos postais. E partilhar imenso. E marcar com tantos e tantos coraçõezinhos palpitantes.
![]()

Era uma vez uma menina que só queria escrever. Escrevia, escrevia e mais fome tinha. Como não conseguia parar, resolveu assumir a coisa. Foi assim que nasceu o Editorialista, um estúdio de escrita e edição que o ajuda sempre que precisar de dar uma palavrinha. Descubra mais aqui, seja amiguinho e passe a palavra por aqui, que não somos ponto-come mas temos Insta.
(obrigada Studio Ah-Ha pelas ilustrações do outro mundo)
![]()

E acreditamos que a beleza está no olho de quem lê. A palavra continua no Editorialista.
(obrigada Studio Ah-Ha por mais esta ilustração de talento)
![]()

Somos muito mais que garganta. Por isso, no Editorialista dizemos que escrevemos pelos cotovelos.
(obrigada Studio Ah-Ha pelas lindas ilustrações)