Peonasmo

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Tenho esta mania das peónias. Não é um fraquinho, é uma queda. É fortíssimo. Também elas têm queda para a queda.

Anda a turistada toda doida com os jacarandás. Os alfacinhas roxos de todo. O Instagram também,  roxo de todo, todo roxo, ou lilás, o que quiserem, o que importa é que são são altamente instagramáveis, o raio das árvores.

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Ay que calor

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Parece que está oficialmente aberta a época estival. Que é como quem diz,

Está um calor do camander.

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#Alesscuratedlife

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Ontem fomos ali almoçar à Sardenha e quando o Sol se pôs atrás da Serra levantámos arraiais. Às oito já estávamos em casa. Tirei várias fotografias e publiquei uma no Instagram, ciosa de partilhar com o mundo aquele bocadinho de paraíso. Recebi dezassete coraçõezinhos bandeirolas, amorosíssimos todos, e já pude dormir descansada.

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A cada colina, sua bina

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Se fosse preciso desenhar uma bicicleta para Lisboa como seria? Uma bicicleta que “favorecesse a mobilidade pessoal” e “tornasse o ciclismo electricamente assistido mais fácil e acessível”?  E que ao mesmo tempo se relacionasse com a topografia – acidentada- e a cultura – peculiar-  desta cidade, Lisboa?

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Lãbuzar

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Aquela frase “I’m not a cat person”, eu achava que tinha sido feita para mim. Passei quase quatro décadas da minha vida convencida de que não gostava de gatos. Depois apareceu-me um  gato. Depois comecei a baixar a guarda, sorrateira, sempre alerta. Como um gato. Quando dei por mim, estava a achar-lhes graça.

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Otchipotchi (aos pares)

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Quando descobri estas jarras na Icon em Lisboa, achei que tinha na mão duas pérolazinhas do Japão. Até o nome o sugeria- Otchipotchi. Tinha aquele tilintar oriental. Eram de porcelana. Depois perguntei quem era o artista que as fazia e de onde vinham.

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Bravo

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É maravilhoso quando aprendemos a arte de estar presentes, e de repente as coisas começam a encaixar umas nas outras com uma precisão espantosa. Aí somos inteiros.

Como este banco, desenhado pelos “suíços” favoris Big Game, para a pequena editora de Barcelona AOO

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Montanha Russa

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Quem não anda a pé por Lisboa, devia andar. Eu faço-o sempre que posso.  É mesmo assim. Não há paciência para condutores incivilizados e filas intermináveis, dependentes da guilhotina do semáforo de serviço.

Mesmo com as colinas, se calhar até por causa das colinas, andar por Lisboa é um luxo.

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Identidade Natural

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Bem-vindos à sociedade pós-química. Na realidade, os elementos naturais que nos rodeiam estiveram sempre aqui, mas agora parece que houve um abrir de pestana colectivo e percebemos que somos mesmo, mesmo, aquilo que comemos. E os remédios que tomamos. Por isso, temos cada vez mais juizinho. Por isso, laboratórios como os portugueses Biocol, fundados em 1978, fazem tanto sentido.

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Açores, agradecida

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Os Açores são a coisa mais linda.

Tão linda, mas tão linda, que me pergunto como fui capaz de viver até agora, em relativo sossego, passando-lhes ao largo.

(Ou quase, já tinha estado na Terceira.)

Os Açores são assim: azul, verde, azul, verde, azul.

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