A cada colina, sua bina

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Se fosse preciso desenhar uma bicicleta para Lisboa como seria? Uma bicicleta que “favorecesse a mobilidade pessoal” e “tornasse o ciclismo electricamente assistido mais fácil e acessível”?  E que ao mesmo tempo se relacionasse com a topografia – acidentada- e a cultura – peculiar-  desta cidade, Lisboa?

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Lãbuzar

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Aquela frase “I’m not a cat person”, eu achava que tinha sido feita para mim. Passei quase quatro décadas da minha vida convencida de que não gostava de gatos. Depois apareceu-me um  gato. Depois comecei a baixar a guarda, sorrateira, sempre alerta. Como um gato. Quando dei por mim, estava a achar-lhes graça.

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Otchipotchi (aos pares)

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Quando descobri estas jarras na Icon em Lisboa, achei que tinha na mão duas pérolazinhas do Japão. Até o nome o sugeria- Otchipotchi. Tinha aquele tilintar oriental. Eram de porcelana. Depois perguntei quem era o artista que as fazia e de onde vinham.

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Bravo

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É maravilhoso quando aprendemos a arte de estar presentes, e de repente as coisas começam a encaixar umas nas outras com uma precisão espantosa. Aí somos inteiros.

Como este banco, desenhado pelos “suíços” favoris Big Game, para a pequena editora de Barcelona AOO

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Montanha Russa

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Quem não anda a pé por Lisboa, devia andar. Eu faço-o sempre que posso.  É mesmo assim. Não há paciência para condutores incivilizados e filas intermináveis, dependentes da guilhotina do semáforo de serviço.

Mesmo com as colinas, se calhar até por causa das colinas, andar por Lisboa é um luxo.

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Identidade Natural

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Bem-vindos à sociedade pós-química. Na realidade, os elementos naturais que nos rodeiam estiveram sempre aqui, mas agora parece que houve um abrir de pestana colectivo e percebemos que somos mesmo, mesmo, aquilo que comemos. E os remédios que tomamos. Por isso, temos cada vez mais juizinho. Por isso, laboratórios como os portugueses Biocol, fundados em 1978, fazem tanto sentido.

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Açores, agradecida

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Os Açores são a coisa mais linda.

Tão linda, mas tão linda, que me pergunto como fui capaz de viver até agora, em relativo sossego, passando-lhes ao largo.

(Ou quase, já tinha estado na Terceira.)

Os Açores são assim: azul, verde, azul, verde, azul.

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Chiados e Chinas

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Um vaipe de domingo levou-me direitinha para a armadilha da Feira do Livro. Que maravilha, que horror, que maravilha. Se querem experimentar mixed feelings, vão lá.

Um mar de gente. Calor que se farta. Street food em barda, dizem que bom mas eu estava em modo bibliófago.

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Cocó Chanel

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Estou à vontade porque sou uma abençoada moradora da Madralapa, que é aquele bairro físico e imaginário que às vezes cobre a Madragoa, outras vezes a Lapa, outras vezes ainda os espaços que ficam pelo meio, os in-betweens, que são os melhores, como bem sabe quem pratica meditação.

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