Postal de Verão #3

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Agora que passou a bafa e sobrevivemos podemos respirar fundo – inhale, exhale – e retomar a vidinha. Cada um faz o que pode e eu regresso ao blogue abandonado, para afirmar que #printsnotdead e o blogging também não.

Só tem dias.

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Uma Família de Flâneurs no Walk & Talk

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Não sei o que levaria para uma ilha para além dos meus amores, mas dos Açores volta-se sempre de alma lavada. Tanto azul, tanto verde, e a minha favorita: a pedra vulcânica, negra, granulosa, que tão intensamente e a seu gosto recorta o mar.

Cada fim é sempre um princípio e por isso voltamos na esperança que desta vez seja de vez.

Nunca é.

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Dois mil e dezassete

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Ainda só vamos no sexto dia de dois mil e dezassete e já entrei em incumprimento.  Uma das revoluções de ano novo – meditar todas as manhãs pela fresca – caiu por terra. Valores mais altos se levantaram. O jantar de ontem (bom), o trabalho de hoje (atrasado), a cria mais nova na escola (imperiosa).

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Walk&Talk #6 (circulando)

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Podes sair dos Açores, mas os Açores nunca saem de ti.

Talvez por ser um conjunto de ilhas, e as ilhas serem por natureza propensas à circularidade.

Dás voltas e voltas. Sais da ilha, e a ilha continua.

Podia invocar mil razões para voltar aos Açores rapidamente, mas fico-me por uma, que no imediato me parece suficiente. Chama-se Walk&Talk e é o festival de artes que trouxe a periferia para o centro, e vice-versa.

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Açores, agradecida

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Os Açores são a coisa mais linda.

Tão linda, mas tão linda, que me pergunto como fui capaz de viver até agora, em relativo sossego, passando-lhes ao largo.

(Ou quase, já tinha estado na Terceira.)

Os Açores são assim: azul, verde, azul, verde, azul.

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