Nina

Nina corta as ondas suave, numa solenidade estranha, feita de soltura e ritmo. Os dias no mar são longos e leves, longos e leves. O tempo tem mais tempo e não é preciso fazê-lo render, basta aprender a navegá-lo. Há seis dias que não vê terra, e poderia ter outros seis pela frente, e mais seis, e seis vezes seis trinta e seis, e Joan continuaria naquele sossego doce, a vida tranquila.

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